| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Furnariides |
| Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988 | |
| Parvordem: | Furnariida |
| Superfamília: | Furnarioidea |
| Gray, 1840 | |
| Família: | Furnariidae |
| Gray, 1840 | |
| Subfamília: | Synallaxiinae |
| De Selys-Longchamps, 1839 | |
| Espécie: | S. spixi |
O joão-teneném é um passeriforme da família Furnariidae.
Seu nome científico significa: de synallasis, synallaxis = nome dado por Vieillot (1818) para este gênero de aves com cauda espetada, do (grego) synallasis = era uma das ninfas Ionides; e de spixi = homenagem ao naturalista, ornitólogo alemão e coletor de espécies no Brasil no período de (1817-1820) Johann Baptist Ritter von Spix (1781–1826). ⇒ Synallaxis de Spix ou ninfa das águas de Spix. Na mitologia grega, Synallaxis era uma das irmandades de ninfas das águas que habitavam Kytherus, um rio da região de Elis no oeste da península do Pelopeneso. Os nomes individuais das ninfas Ionides eram: Calliphaea, Synallasis (ou Synallaxis), Pegaea e Iasis.
Conhecido também como bentereré, bentererê, guampiriri, joão-tiriri e sete-panelinha.
Com apenas 16 centímetros e pesando 14 gramas, o joão-teneném é bem simpático.
Possui cor ferrugem no alto da cabeça e nas asas; sua cauda é comprida, graduada com cor amarronzada. As bases das penas cinzentas da garganta são pretas. As costas e partes inferiores do corpo são pardo-oliváceas. O joão-teneném jovem não tem a cor ferrugem na cabeça e nas asas.
É facilmente reconhecido pelo seu canto - “bentereré, bentereré…”, lembrando “joão-teneném”, emitida várias vezes.
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).
Seu ninho é um amontoado denso e comprido de gravetos, com acesso lateral, construído no interior de moitas. Põe até três ovos de cor clara suja.
Habita campos e áreas arbustivas, bordas de florestas, campos de altitude e áreas próximas a habitações. Costuma pular ou esgueirar-se em meio à vegetação mais densa, empoleirando-se em locais abertos apenas para cantar.
De Minas Gerais e Espírito Santo até o Rio Grande do Sul. Encontrado também no Paraguai, Uruguai e Argentina.
Consulta bibliográfica sobre subespécies: